não são das palavra ditas, nem da calma fugidia
o que eu preciso são memórias nos versos da
poesia
não são das mortas falácias, nem dos atalhos
arranjados
não são das vaidades plenas, nem dos começos
terminados
o que eu preciso são escolhas para os caminhos andados.
não são dos duros fracassos, nem das boas
intenções
o que eu preciso são certezas das minhas
convicções.
preciso ser eu
ser a mesma gente
das gentes que andam
das gentes que comem
das gentes que amam
das gentes que fingem
das gentes que penam ... pois as coisas que eu preciso só cabem
neste poema!
(Vanne)